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segunda-feira, 12 de dezembro de 2011



Caminhos da Fé.

J. Norinaldo.


Alfaiar o teu manto com estrelas,

Com fímbrias bordadas de luz,

Costura-lo com fios de ouro,

Igualar-te ao mais rico tesouro,

Não redime o nosso pecado,

De humilhar-te e pregar-te na cruz.


Só o amor que ensinastes redime,

Abrilhanta o caminho de luz,

Não o amor que com amor se paga,

E sim a verdadeira entrega, veneração,

Não a luz que com vento se apaga...

E sim aquela que nos acendeu Jesus.


O caminho tem pedras e espinhos,

O amor não há tesouro que pague,

Jesus partiu, mas o amor não morreu,

Esta luz não há vento que apague.

As moedas de Cezar não sevem...

Pra pagar o curso de amor que nos deu.


Está chegando o dia da grande festa, Natal,

Dos abraços, dos beijos o presente brilhante,

Que o doce do vinho não se torne amargo,

Nada tinha seu manto de esfuziante

Por sua festa ter muita alegria, porém,

Esquecer de convidar o Aniversariante.

1 comentário:

Fanzine Episódio Cultural disse...

DECLAMANDO

Eu era um cara normal
Mas, no momento em que te vi,
Descobri que a poesia não era um sonho,
Uma fantasia, tampouco uma miragem.

Ela sempre existiu em seu sorriso,
Em sua simpatia,
Nos seus abraços,
No piscar dos seus olhos...
Em cada batida do seu coração.

Se me tornei assim, eu confesso: sou poeta,
E quero morrer escrevendo,
Lendo, declamando:
Minha linda e eterna poesia.

* (Agamenon Troyan)