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domingo, 21 de junho de 2015




Ah! Que saudade do Mar.
J. Norinaldo.



Não! Não é o Rei Netuno enchendo as velas de vento como os seios de uma musa dessas que o poeta usa como sua inspiração. Quem teve essa ideia  de juntar-me a caravela e não embarcar-me nela talvez não saiba, mas agora saberá que naveguei muito mar como um bravo Fuzileiro. Será que dizer mais preciso, além deste meu sorriso que pode não ser lá belo, mas é de felicidade, pois hoje apesar da idade navego no pensamento enchendo velas de vento e lutando contra a procela, pois o mar não tem cancela nem o pensamento fronteira, não preciso de bandeira de  porto e nem farol, basta-me o por do sol e este azul tão conhecido como uma velha amizade, o sorriso pode até não tão lindo, mas é de felicidade. A Caravela da tela tem as velas emproadas como são uns belos seios, mesmo que não existam os feios porque todos amamentam, enquanto nas velas ventam e o marinheiro novo mareia, hoje só em pensamento, navego sem temer  vento, na realidade caminho a beira do mar apreciando a maré cheia. Ah! Que saudade bateu daquele azul tão escuro se eu tivesse o poder de dispensar o futuro eu seria  abençoado certamente, voltaria ao passado a navegar novamente. 

2 comentários:

cadeiademindins.blogspot.com.br disse...

Que coisa linda de se ler. Gostei de conhecer sua poética.É por isso que tenho muito medo do mar, ele misteriosos e absoluto. Adorei ler isso hpje cedo!

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