Vergonha. Não deixe morrer os sonhos, De Ghandy, John Lennon e meu, Não deixe morrer o seu, Ajude a manter o nosso; Eu tenho feito o que posso, Com a minha poesia. Eu escrevo todo dia, Falando em desigualdade, Amor e felicidade, Mas, isto é só poesia; Virar o rosto não conta, Dizer: fiz o que podia. Levanta e vai à janela, Vê o que se passa lá fora, Crianças seviciadas, E a morte a toda hora; Vê se faz alguma coisa... Porém tem que ser agora. Mostrar alguém que tem fome, Tendo sua mesa farta, Intermediará a vergonha, Vamos ajudar com gestos; Sem oferecer os restos... Para aquele que já nem sonha. J. Norinaldo Translate
terça-feira, 29 de março de 2011
Vergonha. Não deixe morrer os sonhos, De Ghandy, John Lennon e meu, Não deixe morrer o seu, Ajude a manter o nosso; Eu tenho feito o que posso, Com a minha poesia. Eu escrevo todo dia, Falando em desigualdade, Amor e felicidade, Mas, isto é só poesia; Virar o rosto não conta, Dizer: fiz o que podia. Levanta e vai à janela, Vê o que se passa lá fora, Crianças seviciadas, E a morte a toda hora; Vê se faz alguma coisa... Porém tem que ser agora. Mostrar alguém que tem fome, Tendo sua mesa farta, Intermediará a vergonha, Vamos ajudar com gestos; Sem oferecer os restos... Para aquele que já nem sonha. J. Norinaldo Oh! Pai! Apodera-te de mim, E guiai o meu espírito, aonde eu tenha que ir, Que estejas comigo, presente em minha vida, E que não perca jamais, a tua sintonia. Deixai que a minha alma siga a tua luz, Aonde eu tiver que ir. E que possa cantar em teu louvor. .OH! Mais justo pai, não deixes que jamais ame a outro mais que a ti, Ilumina o meu caminho, e que nunca sozinho eu tenha que seguir. Perdoai os erros lesos, de quem não sabe o que faz, Mas em momento algum quis se afastar de ti, Senhor, fazei de mim, mais um a te seguir, Prometo me empenhar, e nunca mais mentir, Não a ti, mas a mim mesmo, Nunca mais rezar a esmo Ou usar o teu santo nome em vão, Juro pedir perdão a quem me ofender, Para nunca mais perder a tua sintonia. Imploro a Ti.Imploro a ti. Ouvindo o Canto Gregoriano My Immortal, tentei fazer uma versão em português. J. Norinaldo
segunda-feira, 28 de março de 2011
domingo, 27 de março de 2011
sexta-feira, 25 de março de 2011
J. Norinaldo.
Do nunca eu espero que a morte se engrace,
E que nunca passe nem perto de mim,
Jamais, digo sempre que não te esqueço,
O não esclareço por que não sou ruim;
Em tempo algum desse mal eu padeço,
Mas a felicidade perdeu meu endereço.
Sinceramente, sincero eu já fui,
Francamente hoje já não sou mais,
Prometi não sofrer por sinceridade,
De mentir pra mim mesmo até sou capaz;
Ainda tento curar as feridas abertas...
Pela sinceridade de tempos atrás.
Hoje brinco dizendo: eu te amo querida,
Se alguém sofrer por isto não estou nem ai,
Ninguém nunca parou pra me perguntar,
Com sinceridade por que eu tanto sofri;
Quando sinceramente eu era sincero...
E das feridas que curo por que nunca menti.
Mentir é um direito que a vida me outorga,
Pois quem usa toga mente mais do que eu,
Mas julga meus crimes que são iguais aos seus;
Esquecendo o Juiz sem crime ou pecado,
Por quem um dia seremos todos julgados...
Posso mentir pra mim, porém nunca pra Deus.
quinta-feira, 24 de março de 2011

Todos Nós somos Poetas.
J. Norinaldo
Semente somente germina plantada,
Poesia guardada a traça declama,
E a vida reclama com toda razão.
Os grandes poetas são tão pequeninos...
Diante de quem lhes dar inspiração.
Coloque para fora que aflora da alma,
O poema que implora por libertação,
O escravo cantava talvez sem motivo;
O poeta é cativo dessa inspiração,
Pois concita na dor, o amor que está vivo.
Liberte na alma o grito sem eco,
Esqueça a senzala e o vil preconceito,
Inexistem poetas pequenos e grandes,
Apenas cada um escreve de um jeito,
Mas a inspiração vem do Poeta perfeito.
Deus sempre Será Nosso Poeta Maior,
A fonte suprema de toda inspiração,
Que estendeu a pena cedida a alma;
Que retira as tintas do coração,
Mas é Ele quem guia sempre a nossa mão.




