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sexta-feira, 19 de fevereiro de 2010

Amor Inconfesso.
J. Norinaldo.

A angústia que me consome a vida,
Como a ferrugem corrói a corrente,
A estrela Dalva amiga inseparável,
Na minha janela sempre presente,
Tentando mostrar-me a beleza que existe...
A um ser triste com alma incurável.

A cama tão fria na torre sem luz,
Num castelo de medo que noite constrói,
A estrela que guia o navegante sereno,
Um farol que orienta o rumo a seguir,
Porém sigo outro rumo só por teimosia,
Direto ao abismo do sonho terreno.

E toda essa angústia ao saber que estás,
Na cama de outro morrendo de amor,
Que não te merece por amar outro alguém,
A quem já possui num momento possesso,
Minha dor não tem cura, a ferida não sara...
Dentre tantas mulheres escolhi este amor inconfesso.



1 comentário:

lucrecia disse...

POETA QUERIDO...MORI DE AMOR CON ESTE POEMAS TAN RICO EN PALABRAS DE AMOR ...GRAICAS POR EXISTIR ..BEOS EN TU CORAZÓN...